Aramarte
— desde 2012 —

A “Vespa” bem “abotoada” e estacionada à porta é o cartão-de-visita ideal para um espaço onde os botões são os principais atores e contadores de histórias. Cada um deles tem uma vida própria, um conto para contar, uma vivência e um sentir únicos, que só serão verdadeiramente entendidos pela sua alma gémea que, um dia, a qualquer instante, irá entrar pela porta da Aramarte, de Rui Oliveira, na rua Mouzinho da Silveira, 272, no Porto.

“Quando alguém aqui chega e compra uma peça que lhe fica bem, com a qual se identifica e que, depois, a coloca de forma orgulhosa é, para mim, o êxtase. Como o culminar perfeito de uma história de amor, em que se encontra quem se procura a vida toda”. Para Rui Oliveira, o “sentimento” é a base de qualquer arte e, neste caso, a máxima é a mais simples de todas: “para cada botão há apenas uma casa”.

Filho e neto de costureiras e com o “bichinho” da mecânica, Rui Oliveira sempre coexistiu com os botões. Cresceu com eles, mas o seu processo na arte da criação inicia-se na joalharia, no preciosismo da filigrana, em que tudo é trabalhado à mão, de forma meticulosa. A criação de um conceito diferente aliado a um percurso de vida fê-lo regressar às origens, aos botões e, com eles, contar histórias: “de repente abres uma caixa e vês uma série de botões e percebes, de forma imediata, que nasceram para estar uns com os outros, que são indissociáveis. Só tens de os juntar, com sentimento, da melhor forma, que eles depois dizem tudo. E encontram a pessoa certa. Sempre”.

Botões e mais botões! Enchem as paredes e encantam os peões!
Combinações inesperadas neste projeto de joalharia trendy que abotoa tudo quanto encontra, da vespa, ao número da porta passando pela lapela do freguês.
Seja redondo, liso ou pintado, o botão certo e bem abotoado.  
Aramarte

 

2018-10-26T13:17:01+00:00